A história desse texto é engraçada.
Eu ando muito de ônibus, sempre to indo visitar os meus pais no MS, tenho que fazer aquelas trocas de ônibus que são chatas e demoradas.
Sempre aproveito para colocar as leituras em dia, ou escrever algo.
Escrevi “O Robô” quando eu estava voltando do MS para o PR no dias dos pais (2006). A idéia do texto é bem plagiada do Luis Fernando Veríssimo, esse texto ta na obra “A mãe do Freud”. O texto dele é bem enxuto, eu modifiquei-o com o dia-a-dia que eu estava vivendo na época, fiz ele para uma colega de faculdade, grande parceira até hoje. Ela não sabe jogar truco, meio fresquinha, mas muito gente boa.
É interessante a gente conseguir colocar as idéias no papel, coisas do passado, presente, misturando-se com o futuro, a literatura nos proporciona isso. Parafraseando com um aforismo do Franz Kafka: “Tudo que não é literatura me aborece”.
Eu ando muito de ônibus, sempre to indo visitar os meus pais no MS, tenho que fazer aquelas trocas de ônibus que são chatas e demoradas.
Sempre aproveito para colocar as leituras em dia, ou escrever algo.
Escrevi “O Robô” quando eu estava voltando do MS para o PR no dias dos pais (2006). A idéia do texto é bem plagiada do Luis Fernando Veríssimo, esse texto ta na obra “A mãe do Freud”. O texto dele é bem enxuto, eu modifiquei-o com o dia-a-dia que eu estava vivendo na época, fiz ele para uma colega de faculdade, grande parceira até hoje. Ela não sabe jogar truco, meio fresquinha, mas muito gente boa.
É interessante a gente conseguir colocar as idéias no papel, coisas do passado, presente, misturando-se com o futuro, a literatura nos proporciona isso. Parafraseando com um aforismo do Franz Kafka: “Tudo que não é literatura me aborece”.

